domingo

Punhal

Agudo
fio dum punhal.
Ácido,
o gosto do silêncio.
Fui com você...
a um funeral,
chorei nosso amor.....
...no firmamento.
A constelação que criei
crivou-se com dor.
Meu lamento!
Dor de jurar
sobre esse amor caído,
amar jamais....
....em momento algum,
nenhum amor
ou momento esquecido!


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Esse texto pertence à obra “A Centaura e a Esfinge” protegida por direitos autorais sob nº 340454/EDA – Fundação Biblioteca Nacional.

Um comentário:

Mariah disse...

doce punhal de puro aço luminoso.
tua escrita, sempre foi consagrada, sagrada.
tuas palavras nunca foram com o vento, embora; cada uma delas, contou mais do que um milhão de outras historias , que procriaram outras historias, musicas, desenhos, violão...esse teu coração é feito de que?
de tudo o que hà de melhor.
Progida, meu menino, progrida!
Prosperidade.